Mãe Helena

 

O EVANGELHO NO LAR

Finalidade: trata-se de um encontro semanal, sendo previamente marcado o dia e a hora, (devendo ser repetido sempre no mesmo dia e hora da semana) com o objetivo de reunir a família em torno dos ensinamentos evangélicos, à luz do Espiritismo, e sob a assistência dos Benfeitores Espirituais.

1. Participantes:

  • podem ser todas as pessoas do lar, inclusive as crianças.
  • ou ainda pode ser feito por apenas uma pessoa da casa.

2. Roteiro da Reunião:

  1. leitura, sem comentários, de uma página de um livro (por exemplo, Pão Nosso, Fonte Viva, entre outros);
  2. prece inicial;
  3. leitura e comentários de um tópico de O Evangelho segundo o Espiritismo, estudado de forma seqüêncial;
  4. prece de encerramento.

3. Recomendações:

  • o tempo da Reunião deve ser, no máximo, de uma hora;
  • evitar a manifestação mediúnica de Espíritos;
  • pode-se colocar água para ser beneficiada pelos Protetores Espirituais e, após, repartida entre os participantes;
  • a presença de visita, não deve ser motivo para suprimir a Reunião.
  • no caso de se perder o dia da reunião em determinada semana, pode-se continuar na próxima;
  • quando toda a familia participa e acontecer de ter uma só pessoa no dia marcado, a reunião deve acontecer normalmente;
  • no caso de viagem, a familia pode realizar a reunião onde estiver;

Novidades

Fotos do Natal do Lar Espírita Mãe Helena

15/01/2012 13:56

Projeto Pedagógico Mãe Helena

03/07/2011 20:45
Foi Criado no ano de  2004 pelo grupo social do Lar Espírita Mãe Helena.Esse Projeto tem como objetivo atender Crianças Carentes de Alagoinhas,estado da Bahia.Neste Projeto tem oficinas de Reforço Escolar,Grupo de Dança e Teatro,Capoeira,Artesanato,Futebol e Evangelização com cunho...

EM DIA COM O ESPIRITISMO

Reencarnação

“A reencarnação é a volta da alma ou Espírito à vida corpórea, mas em outro corpo especialmente formado para ele e que nada tem de comum com o antigo”. (Allan Kardec, O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. IV). Assim, não é invenção do Espiritismo, mas sim algo natural, de modo que foi um tema muito discutido e difundido ao longo da História da Humanidade por muitos muitos pensadores, tais como Sócrates, Pitágoras, Platão, Apolônio e Empédocles.

Jesus – o Incomparável, o Mestre, o único Guia e Modelo -, em várias oportunidades afirmou a existência da reencarnação
Em João (capítulo III, versículos de 1 a 12), encontramos a elucidativa palestra de Jesus com Nicodemos (doutor da lei judeu):
Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade vos digo que ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo”.

 

Perguntou-lhe, então, Nicodemos: “Como pode nascer um homem já velho? Pode tornar a entrar no ventre de sua mãe, para nascer segunda vez?”
Jesus respondeu: Em verdade, em verdade vos digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito. Não te maravilhes de te ter dito: Necessário vos é nascer de novo. O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai; o mesmo se dá com todo aquele que é nascido do Espírito”.

“Como pode ser isso?”, disse-lhe Nicodemos.
Jesus, então, afirmou: “Tu és mestre de Israel e não sabes?”
Digo-te em verdade, em verdade, que não dizemos senão o que sabemos e que não damos testemunho, senão do que temos visto. Entretanto, não aceitas o nosso testemunho. – Mas, se não me credes, quando vos falo das coisas da Terra, como me crereis, quando vos fale das coisas celestiais?”
Também, veremos a referência de Jesus com relação a João Batista ser reencarnação de Elias, referência está que está contida em Mateus (capítulo XVII, versículos 10 a 13).

Os discípulos indagaram ao Mestre: “Por que, pois, dizem os escribas que é preciso que Elias venha primeiro?”
E Jesus respondeu-lhes: “É verdade que Elias deve vir e restabelecer as coisas; mas eu vos declaro que Elias já veio e não o conheceram, mas fizeram-lhe tudo o que quiseram. É assim que eles farão sofrer o Filho do Homem. Então os discípulos compreenderam que ele lhes falara de João Batista”.
“Ora, desde o tempo de João Batista até o presente, o reino dos céus é tomado pela violência e são os violentos que o arrebatam; – pois que assim o profetizaram todos os profetas até João, e também a lei. – Se quiserdes compreender o que vos digo, ele mesmo é o EIias que há de vir. – Ouça-o aquele que tiver ouvidos de ouvir. (MATEUS, cap. XI, versículos de 12 a 15.)
“Se o princípio da reencarnação, conforme se acha expresso em S. João, podia, a rigor, ser interpretado em sentido puramente místico, o mesmo já não acontece com esta passagem de S. Mateus, que não permite equívoco: ELE MESMO é o Elias que há de vir. Não há aí figura, nem alegoria: é uma afirmação positiva. -”Desde o tempo de João Batista até o presente o reino dos céus é tomado pela violência.” Que significam essas palavras, uma vez que João Batista ainda vivia naquele momento? Jesus as explica, dizendo: “Se quiserdes compreender o que digo, ele mesmo é o Elias que há de vir.” Ora, sendo João o próprio Elias, Jesus alude à época em que João vivia com o nome de Elias. “Até ao presente o reino dos céus é tomado pela violência”: outra alusão à violência da lei moisaica, que ordenava o extermínio dos infiéis, para que os demais ganhassem a Terra Prometida, Paraíso dos hebreus, ao passo que, segundo a nova lei, o céu se ganha pela caridade e pela brandura.

E acrescentou: Ouça aquele que tiver ouvidos de ouvir. Essas palavras, que Jesus tanto repetiu, claramente dizem que nem todos estavam em condições de compreender certas verdades”. (Allan Kardec, O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo IV).

Jesus, tendo vindo às cercanias de Cezaréia de Filipe, interrogou assim seus discípulos: “Que dizem os homens, com relação ao Filho do Homem? Quem dizem que eu sou?” – Eles lhe responderam: “Dizem uns que és João Batista; outros, que Elias; outros, que Jeremias, ou algum dos profetas.” – Perguntou-lhes Jesus: “E vós, quem dizeis que eu sou?” – Simão Pedro, tomando a palavra, respondeu: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.” – Replicou-lhe Jesus: “Bem-aventurado és, Simão, filho de Jonas, porque não foram a carne nem o sangue que isso te revelaram, mas meu Pai, que está nos céus.” (Mateus, cap. XI, versículos 13 a 17; Marcos, cap. VIII, versículos 27 a 30)
Ora, se os homens da época refletiam sobre que era Jesus, obviamente acreditavam na reencarnação.

“Aqueles do vosso povo a quem a morte foi dada viverão de novo; aqueles que estavam mortos em meio a mim ressuscitarão. Despertai do vosso sono e entoai louvores a Deus, vós que habitais no pó; porque o orvalho que cai sobre vós é um orvalho de luz e porque arruinareis a Terra e o reino dos gigantes.

(ISAÍAS, cap. XXVI, versículo 19)

“É também muito explícita esta passagem de lsaías: “Aqueles do vosso povo a quem a morte foi dada viverão de novo.” Se o profeta houvera querido falar da vida espiritual, se houvera pretendido dizer que aqueles que tinham sido executados não estavam mortos em Espírito, teria dito: ainda vivem, e não: viverão de novo. No sentido espiritual, essas palavras seriam um contra-senso, pois que implicariam uma interrupção na vida da alma. No sentido de regeneração moral, seriam a negação das penas eternas, pois que estabelecem, em princípio, que todos os que estão mortos reviverão”. (Allan Kardec, O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo IV)

14. Mas, quando o homem há morrido uma vez, quando seu corpo, separado de seu espírito, foi consumido, que é feito dele? -Tendo morrido uma vez, poderia o homem reviver de novo? Nesta guerra em que me acho todos os dias da minha vida, espero que chegue a minha transformação. (João, cap. XIV, versículos 10 a 14. Tradução de Le Maistre de Sacy.)

Quando o homem está morto, vive sempre; acabando os dias da minha existência terrestre, esperarei, porquanto a ela voltarei de novo. (ID. Versão da Igreja grega.)

15. Nessas três versões, o princípio da pluralidade das existências se acha claramente expresso. Ninguém poderá supor que João haja querido falar da regeneração pela água do batismo, que ele de certo não conhecia. “Tendo o homem morrido uma vez, poderia reviver de novo?” A idéia de morrer uma vez, e de reviver implica a de morrer e reviver muitas vezes. A versão da Igreja grega ainda é mais explícita, se é que isso é possível: “Acabando os dias da minha existência terrena, esperarei, porquanto a ela voltarei”, ou, voltarei à existência terrestre. Isso é tão claro, como se alguém dissesse: “Saio de minha casa, mas a ela tornarei”.

“Nesta guerra em que me encontro todos os dias de minha vida, espero que chegue a minha transformação”. João, evidentemente, pretendeu referir-se à luta que sustentava contra as misérias da vida. Espera a sua mutação, isto é, resigna-se. Na versão grega, esperarei parece aplicar-se, preferentemente, a uma nova existência: “Quando a minha existência estiver acabada, esperarei, porquanto a ela voltarei”. João como que se coloca, após a morte, no intervalo que separa uma existência de outra e diz que lá aguardará o momento de voltar.

Nestas passagens, assim como em outras, fica muito clara a existência das reencarnações. Como diria o Mestre, “Ouça aquele que tem ouvidos para ouvir”.

Finalizando, em O Livro dos Espíritos, Kardec indaga na questão 132:
Qual o objetivo da encarnação dos Espíritos?

Resposta dos Espíritos Superiores:
“Deus lhes impõe a encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição. Para uns, é expiação; para outros, missão. Mas, para alcançarem essa perfeição, têm que sofrer todas as vicissitudes da existência corporal: nisso é que está a expiação. Visa ainda outro fim a encarnação: o de pôr o Espírito em condições de suportar a parte que lhe toca na obra da criação. Para executá-la é que, em cada minuto, toma o Espírito um instrumento, de harmonia com a matéria essencial desse mundo, a fim de aí cumprir, daquele ponto de vista, as ordens de Deus. É assim que, concorrendo para a obra geral, ele próprio se adianta”.

 

REUNIÃO DOUTRINÁRIA

OBJETIVO

Levar o conhecimento doutrinário espírita; em especial a mensagem do Cristo Jesus, à luz do Espiritismo, com vista a instruir os ouvintes sobre a relação entre os mundos material e espiritual, e a motivá-los a modificarem conceitos e hábitos que são obstáculo à felicidade.

Regra geral ela é, quase sempre, o primeiro contato das pessoas com o Centro Espírita e até com a própria Doutrina. Do seu bom desempenho dependerá o retorno de alguns freqüentadores a Casa além de uma boa assistência.

Em face da sua importância na divulgação do Espiritismo e na iluminação das consciências das pessoas, é imprescindível que sejam bem planejadas no que se refere a sua condução, definição de temas, escala de oradores e precistas além da constante observação, por parte dos seus dirigentes, de como estão sendo transmitidos os ensinamentos doutrinários. Expositores despreparados podem passar uma idéia errônea do que seja o Espiritismo 

 

O PÚBLICO ALVO

                 Na maioria das vezes, seu público é inconstante e formado não necessariamente, só por espíritas. Boa parte dos não espíritas presentes desconhece ou pouco sabe, sobre os ensinamentos doutrinários, pois ali estão por curiosidade ou em busca de auxílio para vencerem suas provas ou mesmo em atendimento a recomendações de tratamentos espirituais. 

A reunião, pois, deve estar sintonizada com as expectativas do público, principalmente no que se refere à divulgação de uma mensagem que leve ânimo, esperança, consolação, fé e coragem para os presentes enfrentarem os embates da vida cotidiana.

TEMAS DAS PALESTRAS

                          A escolha dos temas a serem abordados é de vital importância para o atendimento dos propósitos de uma reunião pública doutrinária. Não devemos nos esquecer que os ouvintes, ali se encontram em sua busca de conhecimentos que os façam, não só bem compreenderem a vida, mas também a se motivarem a dar inicio as mudanças ético-morais necessárias em seus comportamentos cotidianos. Por isso, esses temas devem basear-se nos ensinamentos doutrinários, na moral cristã, e na realidade cotidiana. Temas complexos, de natureza filosófica ou da ciência espírita profunda deverão ser abordados em reuniões de estudo, específicas. Disso dependerá o retorno ou não de muitos freqüentadores às próximas reuniões e até mesmo a instituição. Por isso é imprescindível que o (a) responsável pelo seu planejamento conheça previamente o tema que será abordado pelo expositor. Isso evitará que sejam levados ao público assuntos que fujam ao seu interesse ou que conflitem com os princípios espíritas.

Quando os temas das reuniões seguirem a sequência dos itens do Livro dos Espíritos, do Livro dos Médiuns ou de outros da Codificação, os assuntos relativos a um conjunto de itens deverão ser resumidos num único título, que corresponderá ao tema da palestra. Esse tema, e os itens a ele referente na obra em estudo, deverão ser repassados para o palestrante e para o público.

 

TEMPO DA EXPOSIÇÃO NAS REUNIÕES PÚBLICAS DOUTRINÁRIAS.

 

                          Deve variar entre 40 e 60 minutos. Nas reuniões de perguntas e respostas o tempo pode ser estendido a uma hora e trinta minutos. Uma palestra muito longa provoca cansaço e causa impaciência no público. Deve-se também evitar pequenas palestras antes do desenvolvimento do tema principal. O exórdio deve ser curto, e seu tema, preferencialmente, deve ser diferente do tema principal, para se evitar superposições das idéias de quem faz o exórdio com as do(a)  palestrante..

 

ESCOLHA DE EXPOSITORES

 

                                 Preferencialmente deverão ser escalados expositores espíritas que desenvolvam sua palestra dentro do nível de compreensão do público; que na abordagem do tema prenda a atenção dos ouvintes, despertando-lhe o interesse e que respeitem os demais segmentos religiosos, em atenção aos não espíritas presentes e as diretrizes da boa educação.

É imprescindível que a casa espírita capacite um quadro de oradores formado por alguns de seus voluntários que gostem de falar em público e que sejam integrantes de grupos de estudos, para que, juntamente com oradores convidados, dêem continuidade as reuniões.

 

REUNIÃO PÚBLICA DE PERGUNTAS E RESPOSTAS

 

Este estilo de reunião pública consiste na exposição doutrinária seguida de debate com o público, o que possibilita a atuação do ouvinte, eliminando dúvidas e aperfeiçoando o aprendizado, além de facultar ao expositor o atendimento às necessidades do público.

Vantagens – aprofunda o tema exposto; desperta o interesse.

Limitações – pode gerar disputa entre o expositor e o formulador da pergunta, ocasionando uma polarização constrangedora; requer muita preparação; pode produzir demasiada emoção.

 

Os(As) expositores(as) escalados(as) para essas reuniões devem apresentar notória segurança doutrinária a fim de que prevaleça o genuíno pensamento espírita e não pontos de vista dos(as) expositores(as).

Sem  lembranças

tudo começou ao nascer,
Quando começei a descobrir
o que a natureza nos oferecia.
A imaginação começava
A se soltar
As vezes ficava confuso
comigo mesmo.
De ver:
Tantas belezas, tantos encantos
e tantos mistérios.
Nasci pra viver
Entre o bem e o mal
Mas, porque o mal
Se a natureza, só nos
Oferece o bem
Enquanto seres humanos
Criam, ilusões e fantasmas
Que possam destruir
A todos nós e a natureza
Continuo vivendo
E esperando o tempo passar
Chego ao final
Não sei para onde vou
Não levo lembranças
Apenas, deixo sentimentos
Para  aqueles que tinham
o mesmo pensamento
Que o meu.

manoel carvalho

André Luiz

 

 

 

Colônia Nosso Lar

Família é alegria, união, amor e companheirismo... Para usufruir de tudo isso com plenitude, faça o Evangelho no Lar. Substitua a sombra pela luz, a lágrima pelo riso... Não adie mais a paz em sua casa!  A sós ou acompanhado (a), quem faz o Evangelho no Lar abençoa a si e aos seus, neutralizando o mal. Caso você esteja interessado, nós temos um roteiro completo para este momento belo e renovador. Deseja a visita de Jesus? Então clique aqui e receba-o em seu lar.

 

 

 

BASES DO TRANSFORMA-SE 

 

 

Estão com Kardec, ou melhor com a Doutrina Espírita as Bases da Transformação Íntima, que  eleva e dá cumprimento à Moral de Jesus no “Fazer aos outros o que queriamos que os outros nos fizessem”. Essa é a regra universal de conduta, até para as ações que  por menores que sejam mais deve pautar em nosso relacionamento.

Se ainda não nos sentimos tocados, e se nossas inquietações não estão trazendo conhecimento espírita para o terreno das mudanças no nosso comportamento, nao estaremos aplicando a Doutrina em beneficio da nossa evolução, podemos ser profundos conhecedores da sua filosofia ou até pesquisadores da sua ciência, o que nos conferirá apenas a condição de teóricos.Transformação, vivência, aplicação e em especial a exemplificação, eis as bases estabelecidas para EVOLUÇÃO MORAL.

JUSSARA PONTES

 

 

 

O SUICÍDIO

 

 

Qual a primeira consequência do suicídio?

A terrível constatação:O suicida não alcançou o seu intento.Não morreu!Não foi deletado da vida.Continua a existir,sentir e sofrer,em outra dimensão,experimentando tormentos mil vezes acentuados.É uma situação traumática e apavorante.

A Doutrina Espírita nos revela com provas irrecursáveis que somos um espírito imortal, que já existiamos antes do nascimento e que continuaremos existindo depois da morte do corpo físico.Kardec nos diz na questão 150 de o Livro dos Espíritos;que a alma conserva a sua individualidade depois da morte e que ela prova a sua individualidade pela existência do seu perispírito,corpo espiritual,corpo fluídico que tem a aparência da sua última reenncarnação.

Como nos diz o escritor espirita Richard Simonetti,no livro Suicídio:Tudo o que você precisa saber.Nos informa que falta a todos que se precipita no suicídio o conhecimento minimo a respeito do assunto.

A Doutrina Espírita nos oferece,ao estabelecer contato com o mundo espiritual,convidando a analizarmos as experiências dos que praticaram o suicídio.

Na questão 957 do Livro dos Espíritos,Kardec nos alerta quanto as consequências do suicídio.Elas são as mais diversas.Não há penalidade fixada e em todos os casos elas são sempre relativas as causas que produzem.

Mas uma conseqência a que o suicída não pode escapar é o desapontamento.De resto a sorte não é a mesma para todos,dependendo das circunstâncias.Alguns expiam as suas faltas imediatamente,outros uma nova exitência que será pior do que aquela cujo o curso interrompeu.

Por mais que a nossa vida pareca ruim ela é a consequência dos caminhos que escolhemos através do uso de nossa liberdade de agirmos.Deus é nosso Pai,bondoso e amoroso ele sempre nos dará meios para passarmos nossas provas por mais que julgarmos que ela seja dura,como nos ensinou o Mestre Jesus"se o filho pede um pão  ao pai ele  não dará uma pedra".

André Luiz Borges  

 

 

 

O PROGRESSO MORAL

 

"Com o Espiritismo,a humanidade deva entrar numa fase nova.A do progresso moral,que lhe é consequência inevitável."

(Livro dos Espíritos.Conclusão Item V).

Ao estudar o Livro dos Espíritos,essas  palavras que foram ditas pelo nosso ilustre coodificador do Espiritismo,no final do livro dos Espíritos editado no ano de 1957,despertou a minha percepção.E hoje para nós Espiritas,seguimos os rumos dessa verdade enunciada pelo nosso mestre Kardec?Acredito que ainda continua sendo um fator de maior dificuldade de encarar essa vontade de mudar,de nos transformarmos,essa é a realidade intima e própria de cada um,exercitando assim o aprendizado diário num esforço de conseguir o progresso moral.Fazendo assim valer  e reconhecer o verdadeiro espirita pelo esforço empreendido na sua transformação.

Podemos afirmar para realizar essa transformação interior tão preconizada não requer uma formação escolar muito ampla,pois o meio de se fazer essa reforma já nos foi ensinada há dois mil anos pelo meigo rabi da Galileia,podemos refletir nessa sua afirmativa:"Eu sou o caminho a verdade e a vida,ninguém vai ao Pai senão por mim".

Todos sabemos que ainda é através da passagem pela "porta estreita"e pelo esforço perseverante,pelos testemunhos que conquistamos os valores do Espírito.Abraçar a dificuldade,utilizando-a como forma de alcançar o progresso moral.Estamos trazendo a nossa despretenciosa colaboração aos aprendizes do Evangelho e a todos que buscam realizar a tão sonhada transformação interior,lendo e reunindo assim alguma informação com um linguagem simples que possa conduzir melhor cada um aos ideais que deve objetivar.

Jussara Pontes

 

Novidades

Fotos do Natal do Lar Espírita Mãe Helena

15/01/2012 13:56

Projeto Pedagógico Mãe Helena

03/07/2011 20:45
Foi Criado no ano de  2004 pelo grupo social do Lar Espírita Mãe Helena.Esse Projeto tem como objetivo atender Crianças Carentes de Alagoinhas,estado da Bahia.Neste Projeto tem oficinas de Reforço Escolar,Grupo de Dança e Teatro,Capoeira,Artesanato,Futebol e Evangelização com cunho...

Galeria de Fotos: Página inicial

Itens: 1 - 7 de 7